Quantificação do Vírus do Mosaico Comum da Soja (VMCS), verificando a cultivar mais resistente no sul do Pará

Leonardo Alves Lopes, Vitor Silva Barbosa, Marcelo da Costa Ferreira, Ivia Silva Vieira, João Vitor Costa de Oliveira, Natasha Thielly Rodrigues

Resumo


As tecnologias IPRO nas cultivares de soja vem revolucionando a nova era da agricultura devido as proteções contra lagartas e supressão de alguns insetos. Tem alto teor de proteína (40%), óleo (20%) sendo altamente difundido no mundo. Objetivou-se contabilizar a presença do vírus do mosaico comum da soja (VMCS) em seis cultivares comerciais com tecnologia IPRO e verificar o genótipo da cultivar mais resistente. O experimento foi conduzido no ano agrícola 2018/2019 no CEAGRO (Centro Experimental Agroecológico) – do IFPA Campos Conceição do Araguaia – Pará. O delineamento foi de blocos casualisados, sendo um fatorial de 6 cultivares com 3 populações (10,14 e 18 sementes/m) e 3 repetições em cada época de plantio, totalizando 54 tratamentos. As análisesestatísticas foram realizadas pelo AgroStat (2015). As cultivares comerciais avaliadas foram (Bônus, Desafio, NS7901, W842, Ultra, DM80I79). Cada tratamento é de 5 metros de comprimento e 0,45m de espaçamento totalizando quatro fileiras, sendo duas internas avaliadas e contadas a quantidade de (VMCS). Foi avaliado a soja com 82 dias de maturação na fase vegetativa de R(5.2). Foi avaliado o Stand x Mosaico, e o resultado dado em porcentagem. Os resultados mostram que não houve diferença significativa pelo método de Scott Knott nos tratamentos do Stand. As cultivares Ultra com Stand (112 plantas/parcela) e (8,3 plantas atacadas/parcela) e Bônus com Stand (133 Plantas) e (5,5 plantas atacadas/parcela), obtiveram altos índices de população de plantas e também de incidência da virose. As Cultivares W842 e NS7901 com Stand (99 e 104 plantas/parcela) e com somente (3,2 e 4,3 plantas/parcela). Conclui-se que as cultivares W842 e NS9201 ambas com população de 14 sementes/m, obtiveram maior resistência devido existir maior presença de luz solar na parte inferior da planta. O combate da Mosca Branca, principal vetor da virose é recomendado até a fase vegetativa V8, não sendo recomendado a pulverização de inseticida nesta fase.


Palavras-chave


mosca-branca, Glycine max, população.

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